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Dexterity fecha com o Santos Futebol Clube

A partir dessa quarta-feira, começa uma parceria inédita no mercado de esporte eletrônico. O Santos Futebol Clube fechou contrato com a Dexterity Team, equipe de jogos virtuais. A primeira apresentação será já nesta quinta-feira, quando o time de Battlefield disputará um Campeonato Mundial na Alemanha.

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Além do Battlefield, a organização possui equipes de Counter-Strike: Global Offensive, League of Legends e Heroes of the Storm.

“Não investimos apenas em campeonatos nacionais, queremos os campeonatos internacionais. Temos cinco patrocinadores e o Santos vai nos dar grandes possibilidades como marca” disse Marcelo -mHa- Almeida, diretor executivo da agora Santos Dexterity.

Ele conta que a direção da Dexterity procurou os quatro grandes clubes de futebol paulistas – Santos, São Paulo, Palmeiras e Corinthians -, em meados de março, mas só o Santos mostrou-se realmente interessado no projeto, com o objetivo de se aproximar do público gamer.

O Besiktas, da Turquia, é outro time de futebol que tem direitos sobre uma equipe de eSports. A integração entre jogos virtuais e futebol é cada vez maior, sendo que a final do Campeonato Brasileiro de League of Legends acontecerá na Allianz Parque, no próximo sábado.

“Ano passado a final do Mundial de League of Legends foi na Coreia, no estádio que sediou jogos da Copa do Mundo de futebol, e lá os jogadores virtuais já que são maiores que o futebol. Atletas de futebol inclusive são fãs dos jogadores virtuais”, relatou Marcelo -mHa- Almeida.

A audiência online deste campeonato de League of Legends, segundo a ESPN americana, foi de 27 milhões, a frente de eventos com a final da NBA e atrás apenas do Superbowl.

Segundo o dono da Dexterity Team, um jogador das grandes equipes nacionais recebe de R$ 800,00 a R$ 3.000,00. Porém, cada cyber-atleta faz sua própria renda por de sua imagem, com marcas próprias, vídeos na internet e divulgação em mídias sociais. Alguns chegam a ganhar até R$ 20.000 por mês.

“A geração que está vindo agora fica no computador, e não mais na televisão. Com isso, essas crianças buscam fãs onde eles mais estão, e por isso jogadores virtuais são cada vez mais bem vistos. Daqui a 10, no máximo 15 anos, o mercado virtual será maior do que o do futebol”, finalizou Marcelo -mHa- Almeida.

Texto retirado dos sites oficiais Dexterity e ESPN

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